Swimming City, uma cidade flutuante para prática esportiva

Em razão do derretimento das calotas polares, os seres humanos serão obrigados a viver em embarcações ou cidades flutuantes, em meados do terceiro milênio. Essa predição nada agradável é, na verdade, o pano de fundo da produção americana “Waterworld”, estrelada por Kevin Costner, em 1995. Apesar de fictício, o cenário serve de inspiração para projetos futurísticos em um mundo severamente afetado pelas mudanças climáticas.

É o caso da plataforma flutuante “Swimming City”, uma cidade sustentável voltada para programas de bem estar, práticas esportivas, entretenimento e “o que mais você puder imaginar”, segundo seu criador, o húngaro Andras Gy?rfi, de 27 anos, vencedor do concurso americano de design gráfico Seastead. À semelhança de um flutuante “Club Med”, a cidade convida ao relaxamento, com seus equipamentos de lazer, uma grande piscina, anfiteatro ao ar livre, heliporto, entre outros atrativos. Carros não têm lugar aí, já que cada esquina é facilmente acessada a pé por caminhos paisagísticos.

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    27/04/2017