Brasil tem 13 medalhas no 3º Encontro Inter. de Ginástica Rítmica

As ginastas Angélica Kvieczynski e Natália Gáudio, integrantes do programa Bolsa-Atleta do Ministério do Esporte, brilharam no 3º Encontro Internacional de Ginástica Rítmica, em Vitória. O Brasil garantiu, na sexta, primeiro dia, três medalhas: prata no conjunto geral e ouro e prata no individual geral. A seleção brasileira de conjunto conquistou duas pratas na decisão de domingo (03/06/12), uma na coreografia com cinco bolas e outra na de dois arcos e três fitas. A Rússia ficou com o ouro nas duas séries, enquanto a Argentina ficou com dois bronzes.

A bolsista Angélica Kvieczynski – dona do título no individual geral – conquistou mais três ouros para o Brasil nos aparelhos arco (26.225), bola (26.350) e fita (26.050). A também bolsista Natália Gáudio, prata no geral, repetiu o resultado nos três aparelhos com 26,075 (bola), 26,150 (arco) e 25,975 (fita). Ela subiu no lugar mais alto do pódio nas maças (26,375), enquanto Angélica ficou com a prata (26,150). A ginasta Milagro Pini foi bronze no arco (24,150) e na fita (25,200), e a venezuelana Grisbel Lopez foi bronze na bola (24,475) e nas maças (24,525).

As duas brasileiras que subiram ao pódio alcançaram notas muito próximas em todos os aparelhos. As atletas ressaltaram que na ginástica rítmica os detalhes fazem a diferença. “É um esporte decidido no tablado. Estou muito feliz por ter conquistado essa vitória nas maçãs e por ter chegado bem próximo nos outros aparelhos”, comemorou Natália. “Venci por pequenos detalhes. É por isso que nós treinamos tanto. Foi uma competição muito gostosa. A plateia nos passou muita vibração positiva”, afirmou.

A técnica da seleção individual, Anita Klemann, destacou a importância do evento. “Gostei muito do encontro. Angélica e Natália, que chegaram até as finais, tiveram desempenhos parecidos. A competição foi bastante saudável, principalmente quando vemos duas ginastas como elas batalharem por uma boa classificação. É relevante e faz as ginastas crescerem”, concluiu.

Uma das grandes atrações da competição foi a Rússia, país considerado o mais tradicional na modalidade e o melhor do mundo. A treinadora que acompanhou o encontro explicou o trabalho realizado lá. “A escola russa é muito famosa. A ginástica rítmica foi criada lá. Temos muito apoio do governo, com isso, podemos contar com novas academias e centros de treinamentos muito bons”. O Brasil vem demonstrando um grande crescimento na ginástica rítmica.

Esporte

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    17/12/2017